Insights
Recurso, reserva, códigos de reporte, ANM, CFEM e estruturação de ativos minerais — cada artigo cita a fonte primária, sem venda e sem nome de terceiro.
Recurso não é reserva: a distinção que decide um negócio
Recurso mineral e reserva mineral não são sinônimos. A diferença, sob JORC e CBRR, decide se um ativo sustenta uma oferta.
O que é uma Pessoa Competente sob JORC e CBRR
Pessoa Competente não é cargo nem selo de empresa: é credencial pessoal, com registro profissional e experiência mínima exigida por código.
Por que "certificação" é a palavra errada
Nenhum código de reporte certifica um ativo mineral. Uma Pessoa Competente assina um relatório técnico sob responsabilidade profissional pessoal.
JORC, NI 43-101, S-K 1300: três linguagens, um recurso
Os principais códigos de reporte de mineração usam categorias equivalentes, mas cada um nasceu para um mercado, com regras próprias.
Resolução ANM 94/2022: a régua brasileira do CRIRSCO
Desde 2022 o Brasil tem sistema próprio de recursos e reservas, alinhado ao CRIRSCO — a primeira pergunta de um técnico estrangeiro.
Do alvará de pesquisa à portaria de lavra: o relógio da ANM
Cada etapa do direito minerário brasileiro tem prazo legal. Conhecer esse relógio separa uma leitura correta da palavra do vendedor.
O Relatório Final de Pesquisa e o valor de um ativo
O RFP é exigido antes da lavra e, desde 2022, precisa incorporar os conceitos de recurso e reserva do CBRR.
Estágios de um ativo mineral: de alvo a reserva provada
Entre um alvo de exploração e uma reserva provada há uma escada de estágios técnicos. Confundir dois deles é o erro mais caro numa avaliação.
Cessão de direito minerário: a cadeia até a averbação
Um direito minerário só muda de dono quando a cessão é averbada na ANM — não quando o contrato é assinado.
CFEM na prática: quem paga, quanto e para onde vai
A CFEM é o royalty mineral brasileiro, com alíquota por substância e destinação definida em lei.
TAH, PLG, PAE: siglas da ANM que confundem investidores
O regime minerário brasileiro tem siglas sem equivalente direto — e PAE significa duas coisas diferentes conforme o contexto.
O que garante (e não garante) um título minerário
O direito minerário e a propriedade da superfície são coisas distintas no Brasil. Confundir as duas é erro comum na devida diligência.
Guia de Utilização: receita antes da concessão de lavra
A lei brasileira prevê uma via excepcional para extrair e vender minério antes da concessão de lavra: a Guia de Utilização.
Estruturação societária não é credencial técnica
A holding de uma transação e o título minerário são regidos por leis diferentes. Confundir as duas denuncia inexperiência.
Como um investidor estrangeiro lê um ativo brasileiro
Antes de qualquer oferta, um investidor estrangeiro confere pontos específicos sobre um ativo brasileiro, alguns sem equivalente em outra jurisdição.
Recurso inferido não é reserva provável
Um recurso inferido tem a confiança geológica mais baixa reconhecida pelos códigos. Tratá-lo como reserva é o erro que os códigos existem para impedir.
Medido, indicado e inferido: a diferença na prática
As três categorias de recurso não são rótulos intercambiáveis: refletem quanto dado de amostragem sustenta cada uma.
Due diligence de um ativo mineral: o checklist real
Existe um conjunto verificável que separa um ativo mineral pronto para negociação de uma promessa sem lastro documental.
Por que nenhum regime de reserva é conversível
JORC, NI 43-101, S-K 1300 e CBRR compartilham categorias, mas não são intercambiáveis linha a linha — erro comum em negócios cross-border.
Dois tipos de depósito, dois caminhos técnicos
O mesmo elemento pode vir de depósitos muito diferentes: o tipo de depósito muda amostragem, teste metalúrgico e o tempo até a reserva.
e leve com você